segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A filha da minha madrasta!!!

O meu pai separou-se da minha mãe,quando eu tinha 9 anos.
Depois disso teve imensas namoradas,mas 5 anos mais tarde,após a separação,encontrou a mulher que até hoje vai fazendo as vezes da minha mãe.
Essa senhora(minha madrasta) tem três filhos.Duas raparigas e um rapaz.
Desses três filhos dois já os tinha e um veio após o relacionamento com o meu pai.
Os dois que tinha chamam-se Carlota e Rúben,e o que veio após ou seja aquele que tem sangue do meu sangue é uma menina e chama-se Mariana.
A Carlota e o Ruben têm hoje 26 e 19 respectivamente.A miha irmã Mariana tem hoje 7 anos.
Quando eu os conheci tinham 14 e 7 anos.
O Ruben era um pequeno traquina,e a Carlota era uma rapariga pacata,nem mesmo por estar no auge da sua adolescencia,tinha aquela rebeldia estúpida que muitos míudos tem naquelas idades. A Carlota era muito bonita tinha muitas parecensas com a mãe,o Rúben também era engraçado,mas sinceramente,nunca liguei muito ao meu irmão "emprestado".
Eramos todos muito cumplices e tratavamo-nos como irmãos,mas sempre fui mais chegado a Carlota até porque era ela que tinha uma idade mais próxima da minha.
O meu pai nunca foi pobre e tinha uma casa bastante grande.
Só que infelizmente para mim não era assim tão perto de Lisboa,e eu não a frequentava tanto como desejaria.
Quando vi a Carlota pela primeira vez vi-a como uma irmã,mas como era rapaz sempre vi que ela era uma rapariga muito interessante quer de rosto,quer de corpo.
O tempo foi passando e as brincadeiras iam sendo cada vez maiores e a nossa relação ia se tornando cada vez mais forte.
A uma certa altura quando a olhava ou cumprimentava sentia-me esquisito,sentia uma cumplicidade muito forte com ela e comecei a sentir desejo.
Muitas vezes ficámos sózinhos em caso os três,mas embora sentisse desejo nunca me apróximei dela com segundas intenções.
Podia nessa altura sentir um desejo incontrolavél,por aquela que seria minha irmã emprestada,mas nunca lhe dissera nem nunca tentei tocar-lhe com um dedo que fosse.
Até que um certo dia...
...o clima aqueceu e as coisas aconteceram.
A Carlota fora fazer exercício matinal,uma corrida pela manhã e eu fiquei a dormir um pouco mais. O meu pai e a minha madrasta saíram,e em casa só fiquei eu a Carlota que tinha ído correr e o Rúben que ficara a dormir no quarto dele também.
Quando o meu pai saíu passou pelo meu quarto,e deixou um bilhete na minha mesinha de cabeçeira.
O bilhete dizia o seguinte: "Filho eu e a Susete fomos ao Porto resolver uns assuntos,só regressamos a noitinha,tú e a Carlota como são mais velhos tomem conta do pequenito,esperemos que tudo corra bem beijos do pai."
Quando a Carlota chegou a casa mostrei-lhe o recado dos nossos pais e tratamos de ter um dia à nossa maneira,sem regras,e com muitas brincadeiras entre os três.
Queriamos tomar conta do Rúben,mas não queriamos que ele se sentisse muito reprimido,para isso já lhe chegavam o meu pai e a mãe dele.
A Carlota vinha toda suada da corrida o fato de treino estava ensopado em suor,e como tal resolvera ir tomar um duche.
Aquele fato de treino cinzento de um tecido justo ao corpo deixava-me louco de desejo,e eu sem lhe poder tocar,ia dando em maluco,só de ver e imaginar o seu corpo,a ser despido para poder entrar no banho.
Claro que o meu caralho não estava morto e deu sinais de vida só com os pensamentos que me vinham a cabeça. Dei por mim a pensar...e se desse uma espreitadela pela fechadura,podia ser que tivesse uma pequena recompensa com as imagens que iria ver em forma de troféu.
E assim foi,pouco tempo depois já estava de cócaras a observar pelo buraco da fechadura.Era certo que não dava para ver muito bem,mas sempre se via qualquer coisnha.
Para minha infelicidade já não consegui ver a Carlota a despir o belo do fato de treino,mas vi-a completamente nua a tomar o seu duche. Estava de costas para a porta e só se conseguia ver as nadegas e as costas despidas.Uns minutos mais tarde quando estava prestes a observar a Carlota a sair do banho e a vestir-se,(iria finalmente poder ver a sua parte frontal,os seus pêlos púbicos e as suas mamocas,que com roupa ou em bikini dava para perceber que eram bem grandinhas)apareceu o Rúben a perguntou o que estava a fazer.
Fiquei assutado,pois o pirralho tinha me apanhado a espiar a irmã pela porta,mas disfarcei e disse-lhe que tinha perdido uma moeda e que estava a procurá-la,e pedi-lhe para que me ajudasse a procurá-la.
Aquele assunto passou e passado um bocado tirei uma moeda dos bolsos e disse,pronto está aqui,achei,não vale a pena procurar mais agradeci-lhe a ajuda e fomos para a cozinha,preparar-lhe o pequeno almoço.
Disse-lhe que a mãe tinha ido com o meu pai ao Porto e que nesse dia iamos estar os três sózinhos e que nos íamos divertir a grande.
Ficou contente... Pouco depois a Carlota saíu do quarto de banho já vestida com a roupa que iria vestir nesse dia,e as coisas passaram-se.
Quando já não me lembrava do que se tinha passado o puto disse a irmã que tinha andado comigo a procura de uma moeda no corredor enquanto ela tomava banho.
Ela corou e eu ainda mais,o puto tinha dado com a língua nos dentes.
Pouco depois sorriu e perguntou-me se chegara a achar a moeda.Disse-lhe que sim.
Depois encomendámos umas pizzas e almoçámos.
Após o almoço levantámos a mesa e a Carlota lavou a loiça enquanto eu fui deitar o Rúben para a sesta habitual.
Quando o puto já dormia resolvi ir para o meu quarto,pois percebera que a irmã tinha percebido a história da moeda,e não sabia como encará-la nos olhos.
Vesti os calções de trazer por casa e deitei-me na cama,por cima da roupa.
Um tempo depois a Carlota bateu a porta e eu não respondi.
Entrou.Chamou-me e eu fingia que dormia. Com os olhos fechados,mas com uma frecha aberta para observar o que se passava,reparei na Carlota a observar-me.Pouco depois tocava-se mesmo ali ao meu lado,e eu sem poder abrir por completo os olhos,para não dar nas vistas.
Deixei-me ficar.Mais uma vez a Carlota chamou-me e eu continuava a dormir,acordado.
Aproximou-se e com uma das suas mãos,tocara-me no corpo,com que se me abanasse,para que eu acordasse.
Nesse momento deitei-me de barriga para cima,e para meu espanto mexeu-me nos calções no sitio onde se via o volume do pénis.
Agarrou-me o caralho,com força,e eu sem poder sequer dizer continua.
Pouco depois pegou no elastico dos calções e espreitou-me a pila.
Após esse momento tocou-lhe com a mão e eu continuava a dormir acordado,embora com vontade de abrir os olhos.
Não fez mais nada a não ser deixar o elástico dos calções dar meia volta e sair do meu quarto.
Quando vi a porta fechar,abri os olhos e oservei o meu caralho completamente rijo de tesão.
Apetecia-me muito abrir a porta e ir ter com a Carlota e dizer "vês o que fizeste?Agora termina o que começas-te."
Mas se o fizesse ela percebia que no fim de contas não estava a dormir.
Apetecia-me masturbar ali mesmo,mas quem me dizia que ela não estava a fazer o mesmo que eu tinha feito umas horas antes? Acabei por me deixar ficar,até que adormeci mesmo.
Umas duas horas depois,acordei com o Rúben a fazer um barulho insuportavél.
Abri a porta e a Carlota perguntou:
- Então já dormiste tudo?
Respondi-lhe que sim.
Propos-me ir ao parque com o Rúben,e acenti de imediato.
No parque veio finalmente a conversa que eu tinha medo que surgisse.
-Então o meu maninho perdeu uma moeda no corredor.
Se tivesse um buraco tinha-me enfiado mesmo ali.
-Sim perdi mas acabei por achar.
-E a moeda agradou-te?
Ela tinha mesmo percebido o que se passara.Estava encabulado e corado.
-Não é preciso corar.-Disse me ela.
-Não estou corado.-Respondi-lhe.
-Sim agradou-me imenso.
-E achas que vais perder moedas,mais vezes?
-Não sei,não a perdi de propósito.
-Deixa-te de merdas. -Disse ela
-Sei bem que a história da moeda foi uma desculpa para dares ao meu irmão visto teres sido apanhado a espiar-me no duche.
Fiquei sem saber o que responder. -Posso ser dois anos mais nova que tú,mas sou mais madura.
Ao ponto de te dizer,que não foste o único a perder moedas,nesta casa eu também já perdi algumas.Uma delas foi no mesmo sitio que tú para observar o teu pai e a minha mãe a tomarem banho,e outra numa noite em que não tinha sono e tte fui espreitar ao quarto enquanto dormias.
Ficara a saber naquele momento,que a Carlota já tinha ido mais vezes ao meu quarto espreitar-me.
Ganhei coragem e disse-lhe a verdade.
-Pronto tudo bem ganhaste,eu vou te contar a verdade.
Sim é verdade que a cena da moeda foi uma desculpa que arranjei,pois no fim de contas apenas te observava a tomar o teu duche.E também te posso informar,que não sabia que já tinhas ido ao meu quarto de noite observar-me a dormir,mas que hoje à tarde não estava a dormir e vi-te ir la e o que me fizeste,já para não dizer que te vi a enfiar uns dedos na tua coninha. -Há então não estavas a dormir?Viste o que te fiz e mesmo assim não abriste os olhos.Quem perdeu foste tú.Pretendia naquele momento ir mais longe.
-Não seja por isso. -Respondi-lhe eu - Quando chegarmos a casa podemos continuar o que ambos queremos.
-Achas mesmo? Agora o míudo está acordado,não há maneira de o pôr-mos a dormir,por isso esquece.
Senti-me muito mal pois perdera uma grande oportunidade de fazer amor com a minha irmã emprestada.
Só me apetecia desaparecer,como fui capaz de perder uma oportunidade tão boa.
Acabada a ida ao parque infantil,fomos para casa.
Pelo caminho já não parecia aquele menino certinho,enquanto caminhava pela rua ia olhando para a Carlota e ela para mim,ao mesmo tempo que iamos dando risinhos para descomprimir.
Pelo atalho que fazemos sempre quando vamos ao parque,e visto ser um sítio onde raramente passam carros,aproveitei,e de vez em quando colocava a mão nas nadegas da Carlota.Ela olhava-me e sorria.
Depois passava ela com as mãos na parte frontal das minhas calças.
O bicho queria sair cá para fora e só não saíu,porque o míudo ía ali mesmo ao nosso lado.
O Rúben sentia-se feliz.E tanto eu como a Carlota sentíamos-nos ora felizes,ora infelizes.
Entre as minhas investidas e as da Carlota o nosso prazer era intenso.
Enquanto eu ia aproveitando para lhe apalpar as nádegas,ia também sentindo a sua vagina,pois como ia de mini saia nas vezes que a ia apalpando ia também roçando os dedos na sua cona.E o puto ali sem se aperceber de nada.
Entretanto voltámos a estrada principal e aí as brincadeiras tiveram ponto final,pois aí já passavam imensos carros.
Enquanto passavam ia buzinando,pois observavam as pernas da Carlota a saírem da sua mini-saia.
Ninguém lhe ficava indiferente pois a Carlota tinha um corpo fantástico e umas pernas deliciosas.
Ignorei as buzinadelas,mas não gostava nada que se metessem com a minha futura conquista.
Chegámos a casa e o Rúben subiu escada acima numa grande correria.
Finalmente estávamos sózinhos,encostei a Carlota à parede e beijei-a.
Dé-mos um beijo longo e delicioso.Nunca pensei estar naquela situação como estava,mas era um momento fantástico.
Quando chegámos a porta de casa o Rúben esperáva-nos e dizia: -"Abre a porta;abre a porta".
O míudo estava anseoso para entrar.Entrámos e fomos todos para a cozinha,pois era hora do lanche.
Tentei abstrair-me da Carlota e do que acontecera naquela manhã e pelo caminho do parque para casa.
Era muito díficil e a Carlota não ajudava nada.Mesmo nada.
Enquanto preparava o lanche para nós todos,ía empinando o rabo,que parecia querer furar a mini-saia.
Estava-me a provocar ao maximo.
Entretanto,o lanche ficou pronto e sentámos-nos a mesa.
O Rúben,ficara numa das pontas da mesa,na ponta onde se costuma sentar o meu pai,a Carlota sentara-se a minha frente,para o puto não desconfiar de nada.
Entretanto sem estar a espera o puto deu um pequeno berro,a Carlota sem querer tinha lhe dado um pontapé.E depois comecou a gozar com a irmã,a dizer "cheira mal,porque te descalçaste?" Após esse incidente,percebi que o pontapé era destinado a mim,e não seria um pontapé,mas sim um pézinho malandreco que se dirigiu até ao meu orgão genital masculino.
Sorrimos e eu já não aguentava mais.Levantei a mesa,e dirigi-me ao meu quarto.
A Carlota brincava com o irmão e eu masturbava-me no quarto.
Não foi preciso muito,com a excitação com que estava vim-me num repente.
A Carlota era mais provocadora que o que eu pensava.
E de ingénua nada tinha.Sabia até mais que eu,e no que respeita a sexo parecia uma mulher adulta,e eu a pensar que ela era virgem ainda,como as mulheres nos enganam tão bem.Por trás daquela capa de menina ingénua e bem comportada era um demónio de saias.
Quando regressei à cozinha disse-me a sorrir: - então já está?Foi rápido!
Sorri-lhe e respondera-lhe: - É sempre assim,sempre que alguém me diz algo,e me provoca!O Rúben ia olhando para nós a ver se percebia alguma coisa.
-Onde deixas-te aquilo? Perguntou.
-Está no caixote do meu quarto.
-O quê perguntou o Rúben?
-Nada que te interesse.Respondeu Carlota.
-Vou ver o que é vou ver o que é...Gritava o Rúben.
-Quieto fica aqui socegado!Repreendia-lhe a irmã.
-Tira aquilo de lá se não queres que ele veja -Dissera-me ao ouvido.
-O que é que lhe disseste?
-Disse-lhe que se calhar os pais esão demorados,que o melhor seria telefonar e saber se está tudo bem,chatinho.
-Telefona sim,telefona.
E assim foi enquanto ela telefonou e pôs o pequeno ao telefone eu fui ao quarto e retirei o lenço de papel do caixote e coloquei-o na sanita,puxei o autocolismo e assim já não haveriam provas do meu sémen lá em casa.
Estava a começar a escurecer e era hora de jantar.Decidimos comprar um frango e lá fui eu a churrasqueira.
Enquanto ia,o telefone tocou.
Recebia então uma mensagem da Carlota. Abri mum repente e li-a.
"Vê lá não te percas,olha que eu estou aqui a tua espera."
Enviei-lhe uma mensagem de volta e poucos segundos depois recebi outra.
"Como queres que te espere com a mini-saia com o pijana de calções de dormir e t-shirt ou completamente nua?"
"Gostas mesmo de provocar.Se estivessemos só os dois ias ver como teria sido o nosso dia passado." -Respondi-lhe eu.
"Como seria? A fingir que dormias enquanto ia me meter contigo?"
"Agora foste mesmo má para mim.Fogo obrigada por me teres lembrado de novo desse episódio"
"Não sejas tonto estou a brincar contigo.Compra lá o frango e vem para casa tou a preparar uma surpresa,vais ficar maluco"
" Tudo bem,fico para ver!"
Recebi o frango,paguei e dirigi-me para casa.
Quando cheguei a Carlota estava em camisa de dormir,chamou o irmão e ordenou-o a tomar banho antes do jantar,
"Queres que te dê banho ou tomas sozinho?"
"Prepara-me só a àgua que eu tomo sozinho."
E assim foi.A Carlota encheu a banheira de àgua e espuma e deu lhe cordenadas do tipo vai para a banheira e não te tranques que de vez em quando eu vou lá ver se está tudo bem!
E assim foi.
Assim que ouvimos o Rúben a chapinhar na àgua,começamos o que tinha ficado a meio.
Aproximei-me da Carlota e beijamo-nos intensamente.
Parecia que já nos beijamos há anos.Esquecemos as vergonhas e os pudores.
Peguei nela enquanto a beijava e coloquei-a sentada em cima da mesa.
Enquanto isso ela gritou para o irmão: "-Estás bem?"
"Sim,estou"
E continuámos.
Afastei-lhe as pernas para o lado e meti a cara entre as suas pernas.
Desviei-lhe as cuecas para o lado,e fui de boca até aquela floresta encantada e comecei a lamber-lhe a sua gruta do amor.
Enquanto a ia lambendo ela ía me puxando ao de leve os cabelos,e massajando a cabeça.
Começava a gemer baixinho,e a tentar controlar o volume dos mesmos,para o irmão não ouvir.
De repente levantou-se e inclinou-se sobre o meu pénis.
Abocanhou-o sem dó nem piedade.
Depois esvaziou a boca e voltou a perguntar ao irmão se estava tudo bem com ele.
Uma vez que a resposta tinha sido afirmativa retirou as cuecas e abriu as pernas para eu finalmente a penetrar.
Comecei a enfiar devagar e controladamente para conseguir ouvir ao longe o barulho do chapinhar da àgua,e a certeza que o puto não aparecia.
Até que com o passar do tempo o meu caralho ia se perdendo dentro daquela cona maravilhosa.Desaparecia,voltava a aparecer,desaparecia,voltava a aparecer,e desparecia,e mais uma vez aparecia vindo das profundezas daquela gruta de amor cada vez mais húmida.
A certa altura já não estava húmida mas sim alagada,até que entre os gemidos abafados da Carlota ela grita em tom mais ou menos alto estou me a vir,estou-me a vir.
Enfia o todo,e mais rápido ainda.Esta frase sussurrada ao ouvido.E que tesão que me dava.
Mas com os gritos o puto saíu da banheira e abriu a porta a correr.
Só tivemos tempo de ela saltar de cima da mesa e de eu fugir até ao canto da marquise que estava colada a cozinha.Assim que meti o meu pénis nas calças apareci,e o Rúben já estava ao pé da irmã a perguntar se ela estava bem e que gritos eram aqueles.
A irmã disse lhe que era a informá-lo para se despachar,pois a comida estava a arrefecer,o que ela gritava era podes vir.
E porque estás suada e com os cabelos todos despenteados?
-"Porque sim,porque estava preocupada contigo,daí suar e porque fui a janela e o vento despentiou me cabelo,agora vê se te vestes e se te preparas para jantar".
O puto dirigiu se ao quarto e vestiu-se.Nesse momento ela vira-se para mim e diz-me:
-"Fogo foi por pouco e mais uma vez ficaste agarrado,desculpa prometo que te recompenso mais tarde".
Estava triste pois não tinha atingido o máximo prazer,mas para não a deixar ficar ainda pior disse-lhe: - Não faz mal,é na boa. Foi uma sorte não termos sido apanhados."
-"Sim nesse aspeto tens razão!"
Sorrimos e fomos lavar as mãos. A Carlota foi lavar a cona também pois quando andava,conseguia-se ouvir a cona a chocalhar de tão molhada que estava.
Sentamo-nos a mesa e jantámos.
Pouco depois chegaram os nossos pais.
Como vinham cansados da viagem tomaram banho e deitaram-se e obrigaram o Rúben a deitar-se também.
Nós ficámos na sala a ver um filme.E pouco depois,já estavamos de novo enrolados.
Desta vez fizemos amor cerca de uns 45 a 50 minutos no chão da varanda,depois deitamo-nos de barriga para cima e ficamos a contemplar as estrelas,desta vez ninguém nos apanhou e consegui vir-me ali mesmo.Como não tinha preservativos e ela não tomava a pilula vim-me para a rua e as gotas que ficaram presas a glande do meu pénis foram absorvidas pela boca gulosa da Carlota.
Desde essa altura e até uns dois anos mais tarde fomos fazendo sexo sempre que podiamos,por vezes até nas escadas do prédio de madrugada sempre que saíamos a algum bar ali da zona.
Depois ela arranjou namorado e eu fiquei para segundo plano,mas mesmo assim ainda falamos sobre isso e de vez em quando ainda lhe apalpo as nadegas e ela o pénis sempre duro só por a ver.

Fotos meramente ilustrativas...

4 comentários:

  1. Aconteceu algo parecido comigo e vivam as nossas madrastas quando tem filhas para nos divertirmos :)
    Vou ser fã deste blog ainda está curto mas agrada-me!!!

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  2. Que história;que tesão.Continua...

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  3. TIVE ASSIM UMA CENA COM A PRIMA DA MINHA ESPOSA QUE VEIO VIVER COM NÓS PARA ESTUDAR. UM DIA DESTES CONTO TUDO

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  4. JA ACONTECEU ALGO PARECIDO COMIGO E COM MEU MEIO IRMAO

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