sábado, 6 de fevereiro de 2010

O primeiro video que vos ofereço!!!!

Pois é ontem dia 5 de Fevereiro de 2010,fui divertir-me para um bar.

Esse bar ficava no Bairro Alto e por vezes nesse bar consigo "engatar" grandes gajas.

Após umas horas de diversão,reparei numa rapariga a olhar para mim.

Como gosto imenso de mulheres,e como quando estou com os copos a timidez inicial dissipa-se resolvi meter conversa.

Após o encerramento do bar lá fomos até uma pensão que ficava perto do bar e lá pernoitá-mos a noite como ando quase sempre que saio à noite prevenido quer de preservativos quer de câmara oculta lá fui eu gravar a foda.

Demos várias durante a noite mas resolvi mostrar apenas um vídeo de uma das melhores fodas das noite.

Creio que as imagens falam por si, espero que gostem se gostarem de quando em vez colocarei um vídeo meu a dar uma pinocada em alguma nina atrevida que resolve ir para a cama comigo.

Espero que gostem e que desfrutem do primeiro vídeo que vou colocar para todos vós.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A amiga da minha mãe 1...

A minha mãe apesar de ter cinquenta anos tem espirito jovem e como tal tem amigas na sua maioria na casa dos trintas e poucos anos.
A historia que quero partilhar com todos vós passou se ha cerca de tres anos.
Tudo começa quando a minha mãe resolveu fazer um jantar com as suas amigas lá em casa.
Nunca fui daqueles filhos que larga as mães com facilidade,somos tipo unha com carne e como tal o simples facto de sermos grandes amigos para além da relação de mãe e filho,faz com que partilhemos todos os nossos segredos(ou quase todos).
Somos muito cúmplices talvez devido ao facto de ser o seu único filho e de ela se ter separado do meu pai há cerda de 21 anos.
A minha mãe ao contrário do meu pai nunca arranjou novo namorado,dedicou-se exclusivamente a mim,talvez esse o motivo de me dar tão bem com ela.
Mas vamos ao que realmente importa.
Num certo dia de verão de 2007 após um dia intenso de praia a minha mãe lembrou-se de convidar as algumas das suas amigas para um jantar,
Eu conhecia a maioria das suas amigas,umas da idade dela outras um pouco mais novas,e outras ainda mais novas,que as anteriores.
Nessa noite a minha mãe apresntara-me a Inês.Tinha trinta e dois anos,era loira,pele branca(vermelha nesse dia pois tinha apanhado um escaldão uns dias antes num belo dia de praia),curvas esbéltas e olhos lindos de sereia.
Assim que a minha mãe me diz -Esta é a Inês,este é o meu filho- o meu coração palpitou.
Aquela imagem ofuscou a minha visão,e eu anseava que aquela noite não terminasse.
Com o jantar servido,ficamos em plena cavaqueira até altas horas da madrugada e eu só pensava em levar a Inês para o quarto,mas não tinha confiança para isso.
A noite ia passando e infelizmente tinha chegado a hora de cada um seguir caminho até casa.
Ofereci-me para levar a Inês para casa,mas o convite fora rejeitado.A Inês tinha carro e como tal,não necessitava da minha boleia embora agradecesse com um beijo na minha face.
A minha mãe aproveitou a deixa e como pensava que simplesmente estaria a ser amável,disse a outra amiga que eu não me importaria de a levar a casa.
Não me apetecia nada,levar a Esperança a casa,a minha esperança era outra levar a Inês a casa fazer-me convidado para uma bebida em sua casa e saborear parte do resto da noite na sua cama,enfim...
O "tiro" saiu pela colatra e armei-me em cavalheiro e para não dar muita bandeira e fazer a vontade a minha mãe levei então a Esperança a sua casa.
Enquanto iamos pela estrada,a Esperança ia conversando e ia-me dando enormes elogios.
-A tua mãe tem muita sorte em ter um filho com tú.
Sorri-lhe e ela sorriu-me.
Quando dei por mim tinha a Esperança a tocar-me a mão.
Olhei-a fixamente pois nunca pensara ter uma mulher de quarenta e seis anos a atirar-se a mim. Solucei e susti por pouco tempo a respiração.
Adoro mulheres,mas nunca pensei que algum dia ia comer uma mulher de quarenta e seis anos,ou melhor pensei em comer a minha mulher quando ambos tivessemos essas idades.
Aquele momento deixava-me com medo,receava não estar a altura de tal desafio.
No final de contas a esperança era da idade da minha mãe logo poderia ser seu filho.
No entanto,as mãos de Esperança desviaram o seu caminho e quando dei por ela tinha,a sua mão esquerda a tocar-me na zona da braguilha.Claro que o meu pénis após essa investida acordou para a vida,e deu sinais da sua existência.
Se por um lado desejava foder com a Esperança(que era de nacionalidade Espanhola),e que só nessa altura percebi que até tinha um corpo apetitoso,por outro não queria pois tinha medo que tal como disse ha pouco de não a satisfazer sexualmente. Tentei abstrair-me daquela situação um tanto ou quanto incómoda,mas era impossível,pois quando menos esperava,Esperança ja me tinha desapertado a braguilha e ja tinha solto o meu barrote.
Quando dei por ela já me batia uma punheta enquanto eu tomava conta das operações de condução.
De repente retirou o cinto,baixou-se e abocanhou o meu pénis,como se não o fizesse há algum tempo.
Não demorou muito tempo uns dez minutos se tanto e ja me vinha,para dentro da boca da Esperança e para cima das minhas calças.
Quando terminou colocou um dos seus dedos,no canto da sua boca e limpou os restos de esporra,que lhe ficara na boca.
Encostei o carro num descampado e aproveitei para ser eu agora a tomar conta das investidas.Desapertei-lhe o soutiã e fui de boca até aquelas mamas divinais,pequenas,mas empinadas,tendo em conta a idade da Esperança.
Pouco depois abri a porta do carro retirei-a do seu interior e passamos para o banco traseiro,comi a Esperança no banco de trás e ao fim de uns cinquenta minutos a uma hora,terminámos o nosso jogo de amor.
O banco ficou cheio de vestigios de esperma e sangue pois a Esperança estava com o período.
Passamos de novo para os bancos da frente,meti a chave na ignição e voltamos a entrar na estrada principal.
Chegados ao destino para meu espanto estava um homem no jardim da sua vivenda.
Fiquei assutado,pois não sabia de quem se tratava.
Pensei que fosse algum ladrão ou alguém embriagado que aproveitara o seu jardim para se abrigar e proteger.
Quando o carro chegou perto vi que era um homem com cerca de setenta anos.
Fiquei petrificado com ele se aproxima e depois de dizer boa noite e me estender a mão para me cumprimentar,lhe diz,isto é que são horas de chegar?E não atendeste o telemóvel porquê? Estava preocupado contigo,amor!
Esperança apresentára-nos dizendo este é o meu marido Eduardo e este é o filho da minha amiga,o João Pedro,que teve a amabilidade de me trazer.Há e não te atendi porque tinha o telemovel no silêncio e não ouvi,desculpa!
- Muito obrigado por teres trazido a minha mulher a casa.
- Não tem que agradecer,era o mínimo que poderia fazer.
- Mesmo assim, volto a agradecer,pois hoje em dia é muito díficil encontrar um jovem disposto a tal amabilidade. Convido-o a entar e a tomar qualquer coisa.
Não me apetecia entrar,pois no fim de contas,sem saber,pus um par de cornos ao homem que por sinal até era bastante simpático,por outro não conseguia dizer que não a tal convite,pois poderia ser entendido como uma desfeita.
A custo lá entrei e lá tomei um cerveja sem alcool pois iria conduzir a seguir!Passada uma meia hora de conversa entre os três,despedi-me pois era tempo de regressar a casa.
Na viagem de regresso os remorsos eram enormes,pois nunca traíra ninguém e muito menos pensaria em traír uma pessoa tão simpática.
O meu pensamento girava a mil na minha cabeça,sentia remorsos,sentia-me o maior do mundo pois não é todos os dias que se comem mulheres da idade da Esperança e sentia vontade de voltar a ver e de estar com Inês que essa sim era o meu alvo apetecível.
No dia seguinte acordei com o tocar da campaínha,a minha mãe já tinha ido para a praia,e quando abro a porta deparo-me com a Esperança,que tinha lá ido dar explicações se é que elas existiam.
- Desculpa aparecer sem avisar,mas precisava de falar contigo.
O que aconteceu ontem foi uma formade te agradecer teres me levado a casa,espero que não comentes com ninguém nem mesmo com a tua mãe,pois vão dizer que ou sou puta ou sou oferecida,e é coisa que não sou.
Não sei o que me deu,mas acho que a forma como olhavas para a Inês e como te senti desejá-la e com o facto de me teres dado boleia a casa encheu-me de tesão,pois estou muito carente,já não faço sexo com o Eduardo a uns dez anos e tudo isso me deixou fora de mim,mas prometo que não volta a contecer.Fiquem sem palavras,pouco depois afastou-se e hoje quando a vejo lembro-me do que se passou naquela noite. O segredo ficou guardado,e com ele os remorsos também.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A filha da minha madrasta!!!

O meu pai separou-se da minha mãe,quando eu tinha 9 anos.
Depois disso teve imensas namoradas,mas 5 anos mais tarde,após a separação,encontrou a mulher que até hoje vai fazendo as vezes da minha mãe.
Essa senhora(minha madrasta) tem três filhos.Duas raparigas e um rapaz.
Desses três filhos dois já os tinha e um veio após o relacionamento com o meu pai.
Os dois que tinha chamam-se Carlota e Rúben,e o que veio após ou seja aquele que tem sangue do meu sangue é uma menina e chama-se Mariana.
A Carlota e o Ruben têm hoje 26 e 19 respectivamente.A miha irmã Mariana tem hoje 7 anos.
Quando eu os conheci tinham 14 e 7 anos.
O Ruben era um pequeno traquina,e a Carlota era uma rapariga pacata,nem mesmo por estar no auge da sua adolescencia,tinha aquela rebeldia estúpida que muitos míudos tem naquelas idades. A Carlota era muito bonita tinha muitas parecensas com a mãe,o Rúben também era engraçado,mas sinceramente,nunca liguei muito ao meu irmão "emprestado".
Eramos todos muito cumplices e tratavamo-nos como irmãos,mas sempre fui mais chegado a Carlota até porque era ela que tinha uma idade mais próxima da minha.
O meu pai nunca foi pobre e tinha uma casa bastante grande.
Só que infelizmente para mim não era assim tão perto de Lisboa,e eu não a frequentava tanto como desejaria.
Quando vi a Carlota pela primeira vez vi-a como uma irmã,mas como era rapaz sempre vi que ela era uma rapariga muito interessante quer de rosto,quer de corpo.
O tempo foi passando e as brincadeiras iam sendo cada vez maiores e a nossa relação ia se tornando cada vez mais forte.
A uma certa altura quando a olhava ou cumprimentava sentia-me esquisito,sentia uma cumplicidade muito forte com ela e comecei a sentir desejo.
Muitas vezes ficámos sózinhos em caso os três,mas embora sentisse desejo nunca me apróximei dela com segundas intenções.
Podia nessa altura sentir um desejo incontrolavél,por aquela que seria minha irmã emprestada,mas nunca lhe dissera nem nunca tentei tocar-lhe com um dedo que fosse.
Até que um certo dia...
...o clima aqueceu e as coisas aconteceram.
A Carlota fora fazer exercício matinal,uma corrida pela manhã e eu fiquei a dormir um pouco mais. O meu pai e a minha madrasta saíram,e em casa só fiquei eu a Carlota que tinha ído correr e o Rúben que ficara a dormir no quarto dele também.
Quando o meu pai saíu passou pelo meu quarto,e deixou um bilhete na minha mesinha de cabeçeira.
O bilhete dizia o seguinte: "Filho eu e a Susete fomos ao Porto resolver uns assuntos,só regressamos a noitinha,tú e a Carlota como são mais velhos tomem conta do pequenito,esperemos que tudo corra bem beijos do pai."
Quando a Carlota chegou a casa mostrei-lhe o recado dos nossos pais e tratamos de ter um dia à nossa maneira,sem regras,e com muitas brincadeiras entre os três.
Queriamos tomar conta do Rúben,mas não queriamos que ele se sentisse muito reprimido,para isso já lhe chegavam o meu pai e a mãe dele.
A Carlota vinha toda suada da corrida o fato de treino estava ensopado em suor,e como tal resolvera ir tomar um duche.
Aquele fato de treino cinzento de um tecido justo ao corpo deixava-me louco de desejo,e eu sem lhe poder tocar,ia dando em maluco,só de ver e imaginar o seu corpo,a ser despido para poder entrar no banho.
Claro que o meu caralho não estava morto e deu sinais de vida só com os pensamentos que me vinham a cabeça. Dei por mim a pensar...e se desse uma espreitadela pela fechadura,podia ser que tivesse uma pequena recompensa com as imagens que iria ver em forma de troféu.
E assim foi,pouco tempo depois já estava de cócaras a observar pelo buraco da fechadura.Era certo que não dava para ver muito bem,mas sempre se via qualquer coisnha.
Para minha infelicidade já não consegui ver a Carlota a despir o belo do fato de treino,mas vi-a completamente nua a tomar o seu duche. Estava de costas para a porta e só se conseguia ver as nadegas e as costas despidas.Uns minutos mais tarde quando estava prestes a observar a Carlota a sair do banho e a vestir-se,(iria finalmente poder ver a sua parte frontal,os seus pêlos púbicos e as suas mamocas,que com roupa ou em bikini dava para perceber que eram bem grandinhas)apareceu o Rúben a perguntou o que estava a fazer.
Fiquei assutado,pois o pirralho tinha me apanhado a espiar a irmã pela porta,mas disfarcei e disse-lhe que tinha perdido uma moeda e que estava a procurá-la,e pedi-lhe para que me ajudasse a procurá-la.
Aquele assunto passou e passado um bocado tirei uma moeda dos bolsos e disse,pronto está aqui,achei,não vale a pena procurar mais agradeci-lhe a ajuda e fomos para a cozinha,preparar-lhe o pequeno almoço.
Disse-lhe que a mãe tinha ido com o meu pai ao Porto e que nesse dia iamos estar os três sózinhos e que nos íamos divertir a grande.
Ficou contente... Pouco depois a Carlota saíu do quarto de banho já vestida com a roupa que iria vestir nesse dia,e as coisas passaram-se.
Quando já não me lembrava do que se tinha passado o puto disse a irmã que tinha andado comigo a procura de uma moeda no corredor enquanto ela tomava banho.
Ela corou e eu ainda mais,o puto tinha dado com a língua nos dentes.
Pouco depois sorriu e perguntou-me se chegara a achar a moeda.Disse-lhe que sim.
Depois encomendámos umas pizzas e almoçámos.
Após o almoço levantámos a mesa e a Carlota lavou a loiça enquanto eu fui deitar o Rúben para a sesta habitual.
Quando o puto já dormia resolvi ir para o meu quarto,pois percebera que a irmã tinha percebido a história da moeda,e não sabia como encará-la nos olhos.
Vesti os calções de trazer por casa e deitei-me na cama,por cima da roupa.
Um tempo depois a Carlota bateu a porta e eu não respondi.
Entrou.Chamou-me e eu fingia que dormia. Com os olhos fechados,mas com uma frecha aberta para observar o que se passava,reparei na Carlota a observar-me.Pouco depois tocava-se mesmo ali ao meu lado,e eu sem poder abrir por completo os olhos,para não dar nas vistas.
Deixei-me ficar.Mais uma vez a Carlota chamou-me e eu continuava a dormir,acordado.
Aproximou-se e com uma das suas mãos,tocara-me no corpo,com que se me abanasse,para que eu acordasse.
Nesse momento deitei-me de barriga para cima,e para meu espanto mexeu-me nos calções no sitio onde se via o volume do pénis.
Agarrou-me o caralho,com força,e eu sem poder sequer dizer continua.
Pouco depois pegou no elastico dos calções e espreitou-me a pila.
Após esse momento tocou-lhe com a mão e eu continuava a dormir acordado,embora com vontade de abrir os olhos.
Não fez mais nada a não ser deixar o elástico dos calções dar meia volta e sair do meu quarto.
Quando vi a porta fechar,abri os olhos e oservei o meu caralho completamente rijo de tesão.
Apetecia-me muito abrir a porta e ir ter com a Carlota e dizer "vês o que fizeste?Agora termina o que começas-te."
Mas se o fizesse ela percebia que no fim de contas não estava a dormir.
Apetecia-me masturbar ali mesmo,mas quem me dizia que ela não estava a fazer o mesmo que eu tinha feito umas horas antes? Acabei por me deixar ficar,até que adormeci mesmo.
Umas duas horas depois,acordei com o Rúben a fazer um barulho insuportavél.
Abri a porta e a Carlota perguntou:
- Então já dormiste tudo?
Respondi-lhe que sim.
Propos-me ir ao parque com o Rúben,e acenti de imediato.
No parque veio finalmente a conversa que eu tinha medo que surgisse.
-Então o meu maninho perdeu uma moeda no corredor.
Se tivesse um buraco tinha-me enfiado mesmo ali.
-Sim perdi mas acabei por achar.
-E a moeda agradou-te?
Ela tinha mesmo percebido o que se passara.Estava encabulado e corado.
-Não é preciso corar.-Disse me ela.
-Não estou corado.-Respondi-lhe.
-Sim agradou-me imenso.
-E achas que vais perder moedas,mais vezes?
-Não sei,não a perdi de propósito.
-Deixa-te de merdas. -Disse ela
-Sei bem que a história da moeda foi uma desculpa para dares ao meu irmão visto teres sido apanhado a espiar-me no duche.
Fiquei sem saber o que responder. -Posso ser dois anos mais nova que tú,mas sou mais madura.
Ao ponto de te dizer,que não foste o único a perder moedas,nesta casa eu também já perdi algumas.Uma delas foi no mesmo sitio que tú para observar o teu pai e a minha mãe a tomarem banho,e outra numa noite em que não tinha sono e tte fui espreitar ao quarto enquanto dormias.
Ficara a saber naquele momento,que a Carlota já tinha ido mais vezes ao meu quarto espreitar-me.
Ganhei coragem e disse-lhe a verdade.
-Pronto tudo bem ganhaste,eu vou te contar a verdade.
Sim é verdade que a cena da moeda foi uma desculpa que arranjei,pois no fim de contas apenas te observava a tomar o teu duche.E também te posso informar,que não sabia que já tinhas ido ao meu quarto de noite observar-me a dormir,mas que hoje à tarde não estava a dormir e vi-te ir la e o que me fizeste,já para não dizer que te vi a enfiar uns dedos na tua coninha. -Há então não estavas a dormir?Viste o que te fiz e mesmo assim não abriste os olhos.Quem perdeu foste tú.Pretendia naquele momento ir mais longe.
-Não seja por isso. -Respondi-lhe eu - Quando chegarmos a casa podemos continuar o que ambos queremos.
-Achas mesmo? Agora o míudo está acordado,não há maneira de o pôr-mos a dormir,por isso esquece.
Senti-me muito mal pois perdera uma grande oportunidade de fazer amor com a minha irmã emprestada.
Só me apetecia desaparecer,como fui capaz de perder uma oportunidade tão boa.
Acabada a ida ao parque infantil,fomos para casa.
Pelo caminho já não parecia aquele menino certinho,enquanto caminhava pela rua ia olhando para a Carlota e ela para mim,ao mesmo tempo que iamos dando risinhos para descomprimir.
Pelo atalho que fazemos sempre quando vamos ao parque,e visto ser um sítio onde raramente passam carros,aproveitei,e de vez em quando colocava a mão nas nadegas da Carlota.Ela olhava-me e sorria.
Depois passava ela com as mãos na parte frontal das minhas calças.
O bicho queria sair cá para fora e só não saíu,porque o míudo ía ali mesmo ao nosso lado.
O Rúben sentia-se feliz.E tanto eu como a Carlota sentíamos-nos ora felizes,ora infelizes.
Entre as minhas investidas e as da Carlota o nosso prazer era intenso.
Enquanto eu ia aproveitando para lhe apalpar as nádegas,ia também sentindo a sua vagina,pois como ia de mini saia nas vezes que a ia apalpando ia também roçando os dedos na sua cona.E o puto ali sem se aperceber de nada.
Entretanto voltámos a estrada principal e aí as brincadeiras tiveram ponto final,pois aí já passavam imensos carros.
Enquanto passavam ia buzinando,pois observavam as pernas da Carlota a saírem da sua mini-saia.
Ninguém lhe ficava indiferente pois a Carlota tinha um corpo fantástico e umas pernas deliciosas.
Ignorei as buzinadelas,mas não gostava nada que se metessem com a minha futura conquista.
Chegámos a casa e o Rúben subiu escada acima numa grande correria.
Finalmente estávamos sózinhos,encostei a Carlota à parede e beijei-a.
Dé-mos um beijo longo e delicioso.Nunca pensei estar naquela situação como estava,mas era um momento fantástico.
Quando chegámos a porta de casa o Rúben esperáva-nos e dizia: -"Abre a porta;abre a porta".
O míudo estava anseoso para entrar.Entrámos e fomos todos para a cozinha,pois era hora do lanche.
Tentei abstrair-me da Carlota e do que acontecera naquela manhã e pelo caminho do parque para casa.
Era muito díficil e a Carlota não ajudava nada.Mesmo nada.
Enquanto preparava o lanche para nós todos,ía empinando o rabo,que parecia querer furar a mini-saia.
Estava-me a provocar ao maximo.
Entretanto,o lanche ficou pronto e sentámos-nos a mesa.
O Rúben,ficara numa das pontas da mesa,na ponta onde se costuma sentar o meu pai,a Carlota sentara-se a minha frente,para o puto não desconfiar de nada.
Entretanto sem estar a espera o puto deu um pequeno berro,a Carlota sem querer tinha lhe dado um pontapé.E depois comecou a gozar com a irmã,a dizer "cheira mal,porque te descalçaste?" Após esse incidente,percebi que o pontapé era destinado a mim,e não seria um pontapé,mas sim um pézinho malandreco que se dirigiu até ao meu orgão genital masculino.
Sorrimos e eu já não aguentava mais.Levantei a mesa,e dirigi-me ao meu quarto.
A Carlota brincava com o irmão e eu masturbava-me no quarto.
Não foi preciso muito,com a excitação com que estava vim-me num repente.
A Carlota era mais provocadora que o que eu pensava.
E de ingénua nada tinha.Sabia até mais que eu,e no que respeita a sexo parecia uma mulher adulta,e eu a pensar que ela era virgem ainda,como as mulheres nos enganam tão bem.Por trás daquela capa de menina ingénua e bem comportada era um demónio de saias.
Quando regressei à cozinha disse-me a sorrir: - então já está?Foi rápido!
Sorri-lhe e respondera-lhe: - É sempre assim,sempre que alguém me diz algo,e me provoca!O Rúben ia olhando para nós a ver se percebia alguma coisa.
-Onde deixas-te aquilo? Perguntou.
-Está no caixote do meu quarto.
-O quê perguntou o Rúben?
-Nada que te interesse.Respondeu Carlota.
-Vou ver o que é vou ver o que é...Gritava o Rúben.
-Quieto fica aqui socegado!Repreendia-lhe a irmã.
-Tira aquilo de lá se não queres que ele veja -Dissera-me ao ouvido.
-O que é que lhe disseste?
-Disse-lhe que se calhar os pais esão demorados,que o melhor seria telefonar e saber se está tudo bem,chatinho.
-Telefona sim,telefona.
E assim foi enquanto ela telefonou e pôs o pequeno ao telefone eu fui ao quarto e retirei o lenço de papel do caixote e coloquei-o na sanita,puxei o autocolismo e assim já não haveriam provas do meu sémen lá em casa.
Estava a começar a escurecer e era hora de jantar.Decidimos comprar um frango e lá fui eu a churrasqueira.
Enquanto ia,o telefone tocou.
Recebia então uma mensagem da Carlota. Abri mum repente e li-a.
"Vê lá não te percas,olha que eu estou aqui a tua espera."
Enviei-lhe uma mensagem de volta e poucos segundos depois recebi outra.
"Como queres que te espere com a mini-saia com o pijana de calções de dormir e t-shirt ou completamente nua?"
"Gostas mesmo de provocar.Se estivessemos só os dois ias ver como teria sido o nosso dia passado." -Respondi-lhe eu.
"Como seria? A fingir que dormias enquanto ia me meter contigo?"
"Agora foste mesmo má para mim.Fogo obrigada por me teres lembrado de novo desse episódio"
"Não sejas tonto estou a brincar contigo.Compra lá o frango e vem para casa tou a preparar uma surpresa,vais ficar maluco"
" Tudo bem,fico para ver!"
Recebi o frango,paguei e dirigi-me para casa.
Quando cheguei a Carlota estava em camisa de dormir,chamou o irmão e ordenou-o a tomar banho antes do jantar,
"Queres que te dê banho ou tomas sozinho?"
"Prepara-me só a àgua que eu tomo sozinho."
E assim foi.A Carlota encheu a banheira de àgua e espuma e deu lhe cordenadas do tipo vai para a banheira e não te tranques que de vez em quando eu vou lá ver se está tudo bem!
E assim foi.
Assim que ouvimos o Rúben a chapinhar na àgua,começamos o que tinha ficado a meio.
Aproximei-me da Carlota e beijamo-nos intensamente.
Parecia que já nos beijamos há anos.Esquecemos as vergonhas e os pudores.
Peguei nela enquanto a beijava e coloquei-a sentada em cima da mesa.
Enquanto isso ela gritou para o irmão: "-Estás bem?"
"Sim,estou"
E continuámos.
Afastei-lhe as pernas para o lado e meti a cara entre as suas pernas.
Desviei-lhe as cuecas para o lado,e fui de boca até aquela floresta encantada e comecei a lamber-lhe a sua gruta do amor.
Enquanto a ia lambendo ela ía me puxando ao de leve os cabelos,e massajando a cabeça.
Começava a gemer baixinho,e a tentar controlar o volume dos mesmos,para o irmão não ouvir.
De repente levantou-se e inclinou-se sobre o meu pénis.
Abocanhou-o sem dó nem piedade.
Depois esvaziou a boca e voltou a perguntar ao irmão se estava tudo bem com ele.
Uma vez que a resposta tinha sido afirmativa retirou as cuecas e abriu as pernas para eu finalmente a penetrar.
Comecei a enfiar devagar e controladamente para conseguir ouvir ao longe o barulho do chapinhar da àgua,e a certeza que o puto não aparecia.
Até que com o passar do tempo o meu caralho ia se perdendo dentro daquela cona maravilhosa.Desaparecia,voltava a aparecer,desaparecia,voltava a aparecer,e desparecia,e mais uma vez aparecia vindo das profundezas daquela gruta de amor cada vez mais húmida.
A certa altura já não estava húmida mas sim alagada,até que entre os gemidos abafados da Carlota ela grita em tom mais ou menos alto estou me a vir,estou-me a vir.
Enfia o todo,e mais rápido ainda.Esta frase sussurrada ao ouvido.E que tesão que me dava.
Mas com os gritos o puto saíu da banheira e abriu a porta a correr.
Só tivemos tempo de ela saltar de cima da mesa e de eu fugir até ao canto da marquise que estava colada a cozinha.Assim que meti o meu pénis nas calças apareci,e o Rúben já estava ao pé da irmã a perguntar se ela estava bem e que gritos eram aqueles.
A irmã disse lhe que era a informá-lo para se despachar,pois a comida estava a arrefecer,o que ela gritava era podes vir.
E porque estás suada e com os cabelos todos despenteados?
-"Porque sim,porque estava preocupada contigo,daí suar e porque fui a janela e o vento despentiou me cabelo,agora vê se te vestes e se te preparas para jantar".
O puto dirigiu se ao quarto e vestiu-se.Nesse momento ela vira-se para mim e diz-me:
-"Fogo foi por pouco e mais uma vez ficaste agarrado,desculpa prometo que te recompenso mais tarde".
Estava triste pois não tinha atingido o máximo prazer,mas para não a deixar ficar ainda pior disse-lhe: - Não faz mal,é na boa. Foi uma sorte não termos sido apanhados."
-"Sim nesse aspeto tens razão!"
Sorrimos e fomos lavar as mãos. A Carlota foi lavar a cona também pois quando andava,conseguia-se ouvir a cona a chocalhar de tão molhada que estava.
Sentamo-nos a mesa e jantámos.
Pouco depois chegaram os nossos pais.
Como vinham cansados da viagem tomaram banho e deitaram-se e obrigaram o Rúben a deitar-se também.
Nós ficámos na sala a ver um filme.E pouco depois,já estavamos de novo enrolados.
Desta vez fizemos amor cerca de uns 45 a 50 minutos no chão da varanda,depois deitamo-nos de barriga para cima e ficamos a contemplar as estrelas,desta vez ninguém nos apanhou e consegui vir-me ali mesmo.Como não tinha preservativos e ela não tomava a pilula vim-me para a rua e as gotas que ficaram presas a glande do meu pénis foram absorvidas pela boca gulosa da Carlota.
Desde essa altura e até uns dois anos mais tarde fomos fazendo sexo sempre que podiamos,por vezes até nas escadas do prédio de madrugada sempre que saíamos a algum bar ali da zona.
Depois ela arranjou namorado e eu fiquei para segundo plano,mas mesmo assim ainda falamos sobre isso e de vez em quando ainda lhe apalpo as nadegas e ela o pénis sempre duro só por a ver.

Fotos meramente ilustrativas...