A historia que quero partilhar com todos vós passou se ha cerca de tres anos.
Tudo começa quando a minha mãe resolveu fazer um jantar com as suas amigas lá em casa.
Nunca fui daqueles filhos que larga as mães com facilidade,somos tipo unha com carne e como tal o simples facto de sermos grandes amigos para além da relação de mãe e filho,faz com que partilhemos todos os nossos segredos(ou quase todos).
Somos muito cúmplices talvez devido ao facto de ser o seu único filho e de ela se ter separado do meu pai há cerda de 21 anos.
A minha mãe ao contrário do meu pai nunca arranjou novo namorado,dedicou-se exclusivamente a mim,talvez esse o motivo de me dar tão bem com ela.
Mas vamos ao que realmente importa.
Num certo dia de verão de 2007 após um dia intenso de praia a minha mãe lembrou-se de convidar as algumas das suas amigas para um jantar,
Eu conhecia a maioria das suas amigas,umas da idade dela outras um pouco mais novas,e outras ainda mais novas,que as anteriores.
Nessa noite a minha mãe apresntara-me a Inês.Tinha trinta e dois anos,era loira,pele branca(vermelha nesse dia pois tinha apanhado um escaldão uns dias antes num belo dia de praia),curvas esbéltas e olhos lindos de sereia.
Assim que a minha mãe me diz -Esta é a Inês,este é o meu filho- o meu coração palpitou.
Aquela imagem ofuscou a minha visão,e eu anseava que aquela noite não terminasse.
Com o jantar servido,ficamos em plena cavaqueira até altas horas da madrugada e eu só pensava em levar a Inês para o quarto,mas não tinha confiança para isso.
A noite ia passando e infelizmente tinha chegado a hora de cada um seguir caminho até casa.
Ofereci-me para levar a Inês para casa,mas o convite fora rejeitado.A Inês tinha carro e como tal,não necessitava da minha boleia embora agradecesse com um beijo na minha face.
A minha mãe aproveitou a deixa e como pensava que simplesmente estaria a ser amável,disse a outra amiga que eu não me importaria de a levar a casa.
Não me apetecia nada,levar a Esperança a casa,a minha esperança era outra levar a Inês a casa fazer-me convidado para uma bebida em sua casa e saborear parte do resto da noite na sua cama,enfim...
O "tiro" saiu pela colatra e armei-me em cavalheiro e para não dar muita bandeira e fazer a vontade a minha mãe levei então a Esperança a sua casa.
Enquanto iamos pela estrada,a Esperança ia conversando e ia-me dando enormes elogios.
-A tua mãe tem muita sorte em ter um filho com tú.
Sorri-lhe e ela sorriu-me.
Quando dei por mim tinha a Esperança a tocar-me a mão.
Olhei-a fixamente pois nunca pensara ter uma mulher de quarenta e seis anos a atirar-se a mim. Solucei e susti por pouco tempo a respiração.
Adoro mulheres,mas nunca pensei que algum dia ia comer uma mulher de quarenta e seis anos,ou melhor pensei em comer a minha mulher quando ambos tivessemos essas idades.
Aquele momento deixava-me com medo,receava não estar a altura de tal desafio.
No final de contas a esperança era da idade da minha mãe logo poderia ser seu filho.
No entanto,as mãos de Esperança desviaram o seu caminho e quando dei por ela tinha,a sua mão esquerda a tocar-me na zona da braguilha.Claro que o meu pénis após essa investida acordou para a vida,e deu sinais da sua existência.
Se por um lado desejava foder com a Esperança(que era de nacionalidade Espanhola),e que só nessa altura percebi que até tinha um corpo apetitoso,por outro não queria pois tinha medo que tal como disse ha pouco de não a satisfazer sexualmente.
Tentei abstrair-me daquela situação um tanto ou quanto incómoda,mas era impossível,pois quando menos esperava,Esperança ja me tinha desapertado a braguilha e ja tinha solto o meu barrote.Quando dei por ela já me batia uma punheta enquanto eu tomava conta das operações de condução.
De repente retirou o cinto,baixou-se e abocanhou o meu pénis,como se não o fizesse há algum tempo.
Não demorou muito tempo uns dez minutos se tanto e ja me vinha,para dentro da boca da Esperança e para cima das minhas calças.
Quando terminou colocou um dos seus dedos,no canto da sua boca e limpou os restos de esporra,que lhe ficara na boca.
Encostei o carro num descampado e aproveitei para ser eu agora a tomar conta das investidas.Desapertei-lhe o soutiã e fui de boca até aquelas mamas divinais,pequenas,mas empinadas,tendo em conta a idade da Esperança.
Pouco depois abri a porta do carro retirei-a do seu interior e passamos para o banco traseiro,comi a Esperança no banco de trás e ao fim de uns cinquenta minutos a uma hora,terminámos o nosso jogo de amor.
O banco ficou cheio de vestigios de esperma e sangue pois a Esperança estava com o período.
Passamos de novo para os bancos da frente,meti a chave na ignição e voltamos a entrar na estrada principal.
Chegados ao destino para meu espanto estava um homem no jardim da sua vivenda.
Fiquei assutado,pois não sabia de quem se tratava.
Pensei que fosse algum ladrão ou alguém embriagado que aproveitara o seu jardim para se abrigar e proteger.
Quando o carro chegou perto vi que era um homem com cerca de setenta anos.
Fiquei petrificado com ele se aproxima e depois de dizer boa noite e me estender a mão para me cumprimentar,lhe diz,isto é que são horas de chegar?E não atendeste o telemóvel porquê? Estava preocupado contigo,amor!
Esperança apresentára-nos dizendo este é o meu marido Eduardo e este é o filho da minha amiga,o João Pedro,que teve a amabilidade de me trazer.Há e não te atendi porque tinha o telemovel no silêncio e não ouvi,desculpa!
- Muito obrigado por teres trazido a minha mulher a casa.
- Não tem que agradecer,era o mínimo que poderia fazer.
- Mesmo assim, volto a agradecer,pois hoje em dia é muito díficil encontrar um jovem disposto a tal amabilidade.
Convido-o a entar e a tomar qualquer coisa.Não me apetecia entrar,pois no fim de contas,sem saber,pus um par de cornos ao homem que por sinal até era bastante simpático,por outro não conseguia dizer que não a tal convite,pois poderia ser entendido como uma desfeita.
A custo lá entrei e lá tomei um cerveja sem alcool pois iria conduzir a seguir!Passada uma meia hora de conversa entre os três,despedi-me pois era tempo de regressar a casa.
Na viagem de regresso os remorsos eram enormes,pois nunca traíra ninguém e muito menos pensaria em traír uma pessoa tão simpática.
O meu pensamento girava a mil na minha cabeça,sentia remorsos,sentia-me o maior do mundo pois não é todos os dias que se comem mulheres da idade da Esperança e sentia vontade de voltar a ver e de estar com Inês que essa sim era o meu alvo apetecível.
No dia seguinte acordei com o tocar da campaínha,a minha mãe já tinha ido para a praia,e quando abro a porta deparo-me com a Esperança,que tinha lá ido dar explicações se é que elas existiam.
- Desculpa aparecer sem avisar,mas precisava de falar contigo.
O que aconteceu ontem foi uma formade te agradecer teres me levado a casa,espero que não comentes com ninguém nem mesmo com a tua mãe,pois vão dizer que ou sou puta ou sou oferecida,e é coisa que não sou.
Não sei o que me deu,mas acho que a forma como olhavas para a Inês e como te senti desejá-la e com o facto de me teres dado boleia a casa encheu-me de tesão,pois estou muito carente,já não faço sexo com o Eduardo a uns dez anos e tudo isso me deixou fora de mim,mas prometo que não volta a contecer.Fiquem sem palavras,pouco depois afastou-se e hoje quando a vejo lembro-me do que se passou naquela noite. O segredo ficou guardado,e com ele os remorsos também.
DELICIA!
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